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Prefeito Arthur quer apoio do Governador Wilson para decretar “Lockdown” em Manaus

O prefeito acredita que decretando o lockdown a ameaça da segunda onda do novo coronavírus pode acabar de vez.

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Manaus – O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, disse que gostaria de decretar lockdown (fechamento total) em Manaus para frear uma possível segunda onda da Covid-19. A Afirmação foi feita em entrevista concedida à CNN nesta segunda-feira (28), e divulgada em suas redes sociais.

O prefeito acredita que decretando o lockdown a ameaça da segunda onda pode acabar de vez, mas ele afirma que precisa do apoio do governador Wilson Lima.
Durante a entrevista, Arthur Neto também falou sobre a subnotificação de mortes do novo coroanvírus.

Aceito o lockdown por entender que isso pode matar de vez a ameaça de uma segunda onda, que seria catastrófica. Senão a decretação será desmoralizada por pessoas sem máscara ou que vão simplesmente sair na rua. É preciso cobertura policial para chegar a essa medida”, disse Arthur Neto.

Recebo, todos os dias, o relatório de sepultamentos e percebo claramente uma subestimação da Covid-19“, completou.

O último boletim divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) aponta que o estado soma mais de 136 mil casos confirmados por Covid-19, sendo 49 mil em Manaus e 86 mil no interior.

Não é a primeira vez que Manaus passa por discussões relacionadas ao lockdown. Em maio deste ano, o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) recusou um pedido feito pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM) para colocar o decreto em prática na capital.

Arthur e Wilson tinham que adotar o decreto em Manaus no prazo de dez dias com o intuito de combater a propagação da Covid-19. Entretanto, o juiz Ronnie Frank Torres Stone, que pertence à 1ª Vara da Fazenda Pública, que o Governo do Amazonas não estava omisso no que diz respeito à pandemia e que não cabe ao Poder Judiciário decidir sobre as medidas de circulação no combate à doença.

Não cabe ao Poder Judiciário minorar ou agravar medidas de circulação de pessoas para a contenção de epidemias. A leitura dessas políticas deve ser feita por equipes técnicas que, diante de dados concretos, possam municiar as decisões a serem tomadas pois, de regra, não é possível se antever quais serão as suas consequências pelo Chefe do Executivo difíceis decisões, por sinal, pois, de regra, não é possível se antever quais serão as suas consequências”, disse o magistrado na época.

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