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Mistério

Quem matou a servidora do TRT Silvanilde?

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📸 Arte: Rick

Manaus – Um mistério toma de conta de um brutal e misterioso crime, envolvendo uma servidora do Tribunal Regional do Trabalho do Estado do Amazonas (TRT-AM), identificada como Silvanilde Ferreira Veiga, 58 anos, morta com golpes de faca, dentro do próprio apartamento em um condomínio residencial de luxo, localizado na rua Raimundo Nonato de Castro, bairro Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.

O crime ocorreu no último sábado (21/5), quando a filha da vítima encontrou o corpo da mãe, jogado no chão do apartamento, em uma poça de sangue, com cortes profundos no pescoço.

Investigação

No domingo, a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) começou a interrogar pessoas que poderiam ajudar a solucionar o crime, entre elas, o síndico do condomínio Gran Vista, onde a servidora do TRT morava há mais de dez anos.

Suspeitos

De acordo com informações de pessoas que trabalhavam com a servidora, o namorado da filha, Igor Gabriel Melo e Silva teria pegado emprestado em torno de R$ 300 mil e teria investido o valor em viagens, negócios, e quitar dívidas da empresa dele durante a pandemia.

A quantia alta, emprestado para Igor acabou comprometendo a renda da servidora, que então resolver cobrar o genro, mas o mesmo teria se recusado a pagar o valor devido.

Nas redes sociais, Sthephanie e Igor exibiam uma vida de luxo e poder, a nutricionista costumava fazer procedimento estéticos em uma clínica conceituada na cidade de Manaus e no Rio de Janeiro, que atendia até celebridades globais.

A delegada Marília Campelo, adjunta da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), afirmou que o crime é “complexo” e nada é tão “óbvio”.

Na noite da última quarta-feira, 25, segundo informações, Stephanie Miranda teria implorado para ter acessos as imagens das câmeras de segurança, mas as mesmas continuam sob sigilo.

Perícia

Uma nova perícia foi realizada na noite da última quinta-feira (26), no apartamento onde a servidora do TRT, Sivalnilde Ferreira Veiga, foi brutalmente assassinada na noite do último sábado (21).

Essa é a terceira vez que a polícia volta ao condomínio e não descarta fazer a reconstituição do crime assim que tiver elementos mais precisos.

Os peritos fizeram uma varredura no local e usaram luminol, uma substância química que é capaz de detectar manchas de sangue.

Eles querem traçar o caminho que o criminoso teria feito para que os investigadores possam tentar identificá-lo por meio do sistema de segurança do prédio.

A polícia também apreendeu ontem mais de 10 aparelhos que armazenam imagens da movimentação no condomínio, já que no hall do apartamento onde Silvanilde morava, não há câmeras.

O fato é que o crime esteja próximo de ser desvendado e o autor, ou autores sejam presos. A polícia segue nas investigações em busca de solucionar o caso.

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